terça-feira, 5 de julho de 2011
Agressões sem marcas
"Toda forma de controle exacerbado sobre o comportamento do outro é uma expressão de violência. Nas relações entre casais, o controle de ligações telefônicas, correspondências por e-mail, horários e vestuário pode ser o estopim da violência a partir do momento em que a mulher não aceita mais isso" Wania Pasinato, socióloga e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da USP
Ando sumida, eu sei. Muito trabalho, somado à uma crise existencial e multiplicado por pura falta de inspiração mesmo. Nada grave, oscilações de humor em virtude da montanha russa que é a minha vida.
Hoje não quero falar de um tipo de homem que realmente devemos sumir. Não se trata do homem cafa, não se trata do homem tapa-buraco, nem mosca de padaria e nem aqueles modelos frágeis que precisam de uma namorada pendurada para se sentir mais valorizado. O homem em questão é aquele que é violento, machista, que se acha superior a nós, mulheres e por isso se sente no direito de nos agredir, de nos machucar.
Para quem não sabe, agressão à mulher não está restrita apenas ao físico. Palavras também agridem, torturam e humilham. Palavras também ferem. E existem muitas mulheres por aí que são agredidas por seus maridos/namorados/noivos e afins e nem desconfiam. Imaginam que violência é apenas física. Pensam que violência é o companheiro bater, deixar a mulher com o olho roxo ou abusar dela sexualmente. Antes de o homem chegar a esse tipo de comportamento , ele é agressivo com as palavras.
Esses homens, no começo da relação são verdadeiros “príncipes”. Falam macio, são atenciosos, educados e carinhosos, fazendo com que a mulher se sinta privilegiada por ter um companheiro assim. Ele só mostrará quem é de verdade quando perceber que a sua mulher confia nele e, acima de tudo, o ama.
É nesse momento, minha cara amiga, que ele vai colocar “as manguinhas de fora”. É nesse momento que ele vai te humilhar, acabar com o seu amor-próprio, te ofender, te magoar e te agredir. Sim, eu falei agredir. Ter crises de ciúmes absurdas e infundadas e transformar a relação de amor em uma relação abusiva. E você, querida amiga, estará apaixonada, louca por esse cara e vai perdoar ele uma, duas, três e quantas vezes mais precisar. E quanto mais você perdoar, pior será a próxima crise. Quanto mais você perdoa, mais ele te machuca. A partir desse ponto, te chamar de puta e te dar um soco na cara é um pulo. E não duvide, ele vai fazer isso.
Por isso, não faça vista grossa quando o seu companheiro te faltar com o respeito. Fique atenta, pois nesse instante iniciarão episódios de agressão. Se te ofender passar a ser rotina, é hora de cair fora antes que a coisa piore. Ele vai te procurar, vai te levar flores e dizer que te ama. Não se iluda!! Homens violentos serão sempre …. violentos. E nenhuma mulher merece passar esse constrangimento. Não espere ele te bater e você ter que prestar queixa da delegacia. Abandone-o o quanto antes.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Ele tem um filho. Cachorro??
Esses dias eu estava conversando com uma amiga e ela me falava do ódio que tinha do cachorro do namorado (o cachorro é o animal de estimação mesmo e não o bofe, embora ele possa ser classificado como um cachorro tbm, rs). Perguntei o por quê de tanta raiva do canino (cão e não dente) e ela me disse que o cachorro era o "filho" dele com a ex namorada. Peraí, filho?? Como assim gente? Eis que entendi que o dog era o filhote da relação.
Galera, animal de estimação como filho do casal é brega, muito brega. Eu fico imaginando que viadagem passa na cabeça de duas pessoas que supostamente se gostam para irem numa feira de filhotes, adotar um cachorro (ou gato, gosto muito mais) e chamar o pobre animal de filho. Porra, casa e tem um filho de verdade. E o pior ainda é quando a relação acaba e os dois ficam com esse "elo" em formato de cachorro. E então resolvem fazer uma espécie de guarda compartilhada ou o que ficou sem o cachorro liga de tempos em tempos para o pai/mãe que ficaram com o bicho para saber como ele (o animal) está.
E fiquei olhando para a minha amiga com uma vontade enorme de rir da situação, imaginando que ela era agora a madrasta do cachorro. Fiquei pensado quantas vezes ela teve de ir ao parque com o namorado levar o cachorro para brincar. Fiquei pensando se o cachorro dormia na cama, no meio dos dois. Fiquei vendo uma versão tupiniquim de Marley & Eu (jurandoooo q eu tive q ver esse filme) bem ali na minha frente. É, não é fácil se apaixonar...kkkk.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Borboletas no estômago
Quando começamos um namoro é uma emoção só. Beijos, carinhos, amasso e declarações, muitas declarações de amor. Mas depois que a paixão passa, sobra o quê?
Minha terapeuta diz que quando a paixão passa é que nasce o amor. É quando nós vemos os defeitos do outros, que estavam camuflados por aquela paixão louca, e mesmo assim somos capazes de ainda gostar do parceiro, ainda somos capazes de querer um futuro com ele.
Tenho que admitir que nunca passei dessa etapa. Eu sou passional e sei que tenho que trabalhar isso. Eu gosto de viver de paixão, de sonhos doces, de frio na barriga. Sou chegada numa adrenalina, e como sou....
Mas eu ainda prefiro seguir em frente quando a paixão passa do que viver numa relação onde há dúvidas sobre os sentimentos e o medo de assumir uma vida, casa, filhos e cachorro ao lado do bofe. E eu tenho pensado muito nisso: como saber se a nossa relação não virou uma relação de companheiros? Como saber se o que sentimos pelo parceiro não é apenas um carinho,amizade, um gostar diferente, mais especial, mas ainda sim, apenas um gostar. Como saber se o motivo de a relação existir seja apenas porque nos acostumamos com o outro, aprendemos a conviver com seus defeitos, gostamos de alguém que nos conhece e sabe o que falar na hora certa ou a nossa bebida preferida?
Eu sempre ouço as pessoas com problemas de visão falarem que eram tão acostumadas a enxergar mal que achavam que isso era normal. Quando puseram os óculos pela 1a vez é que conseguiram ver os detalhes das coisas. E eu fico pensando quantas pessoas no mundo não estão em relações de amizade profunda e companheirismo porque se acostumaram com elas e acham que isso é amor?
Não tenho a resposta sobre o que se sente quando amamos alguém de verdade, além da paixão. Mas sei que muita gente vive por aí presa em relações de companheirimso sem saber também o que é amar alguém. A minha dica de hoje é que tenhamos coragem de viver um romance APENAS se for para ser amor mesmo. Se for por qualquer outro motivo, seguiremos em frente, até a próxima curva.
Por isso, se questione sobre o que move a sua relação? Amor, cumplicidade, respeito, carinho e amizade ou tudo isso junto, porém no lugar do amor, o costume de estar com o outro? Questione se você está feliz com o parceiro ou apenas feliz em ter um parceiro? Só vivemos uma vez, caros amigos. E não vale a pena viver o que não é de verdade, o que não é intenso. Não vale a pena se não tiver borboletas no estômago de vez em quando.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Momento pipoca. Que tal Educação??
Assisti Educação e adorei. A sinopse é a seguinte. Jenny é uma garota inglesa do anos 60. Ela é uma excelente aluna e está se preparando para entrar em Oxford. Porém a garota acaba conhecendo David, um homem bem mais velho e ele mostra a Jenny um mundo novo, cheio de concertos de jazz, viagens , restaurantes caros e leilões de arte e o glamour da noite. Isso deixa a adolescente dividida entre o sonho de cursar uma boa faculdade e ter uma boa educação e casar com um homem interessante que tem condições de dar a ela uma vida animada.
Recomendo. Educação não é desses filmes óbvios que a gente já imagina que a mocinha vai ficar com o mocinho e ainda realizar o sonho de cursar a faculdade. Ele nos mostra que a vida é feita de escolhas e que infelizmente uma acaba excluindo a outra. Nos mostra que um caminho mais fácil e mais sedutor nem sempre é o melhor caminho. Nós mostra a superação, mas uma superação real, dolorosa. É um filme de gente de verdade e eu adoro isso.
O interessante é que o cliché de um homem charmoso como David acaba não sendo previsível. Explico: O David é casado, mas em nenhum momento do filme a gente pensa isso. Assistimos o filme sem ter a menor ideia do que David possa fazer para magoar Jenny. Ser casado é óbvio e isso nem de longe nos passa pela cabeça. Educação não é daqueles filmes que a gente sabe que está acabando. A gente imagina que algo vai acontecer, mas não consegue perceber o quê.
O bacana também é que o filme não é daqueles clássicos do cinema cult que têm um final infeliz. A garota consegue dar a volta por cima e aprender com o erro. Para quem curte um cinema europeu ou simplesmente está cansado de filmes previsíveis vale a pena conferir!!
FICHA TÉCNICA
Diretor: Lone Scherfig
Elenco: Carey Mulligan, Olivia Williams, Alfred Molina, Cara Seymour, William Melling, Connor Catchpole, Matthew Beard, Peter Sarsgaard.
Produção: Finola Dwyer, Amanda Posey
Roteiro: Lynn Barber, Nick Hornby
Fotografia: John de Borman
Trilha Sonora: Paul Englishby
Duração: 100 min.
Ano:2009
País: Reino Unido
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Sony Pictures
Estúdio: BBC Films / Endgame Entertainment / Finola Dwyer Productions / Wildgaze Films
Classificação: 14 anos
terça-feira, 14 de junho de 2011
Ser fiel ou preservar o parceiro?
Estava eu no facebook fazendo aquela pesquisa básica sobre a vida alheia quando algo me chamou atenção: Entre novas amizades e testes realizados para dizer o numero do QI da pessoa estava lá a troca de relacionamento sério para solteiro de um conhecido. Curiosa, lá fui eu para a página do cidadão para tentar “desvendar” o mistério. Eis que descubro que o motivo para a separação foi uma crise de ciúmes motivada pelas redes sociais. Alguma “amiga” deixou um recado esquisito e a namorada interpretou como falta de respeito, traição ou qualquer coisa do gênero e caiu fora da relação antes de fazer papel de palhaça.
Pelo que eu conheço desse rapaz e pelo o que eu ouvi falar, o rapaz era fiel. Bom moço, bom namorado. Até meio grudento demais para o meu gosto. Porém ele e a namorada não moram na mesma cidade. E o facebook dele é cheio de “amigas” deixando mensagens e publicando fotos com ele. E isso me fez pensar sobre o que é importante: Ser fiel ou preservar o parceiro?
O rapaz até pode ser fiel, nunca ter traído a namorada nem em pensamento. Mas que garantias ela tem disso?? Porque traição a gente nem sempre fica sabendo. As vezes o sujeito é tão malandro que te traí com a garota da fila do cafezinho na quarta-feira às 15h. Como iremos saber? Porém, entrar no facebook do benzão e ter lá umas três meninas adicionadas e recadinhos de “saudades, amigo” de mais cinco é o fim da picada. Isso dá sempre margem para que pensemos sobre a fidelidade (ou infidelidade) do lindo. Pior, isso nos expõe, faz com que a gente se sinta uma espécie de mulher traída, corna que não toma nenhuma atitude. O que parece é que a “amiga” não respeita a namorada do cara e nem se importa se isso vai criar uma situação desagradável. E o bofe, por sua vez também não liga. Tratam a namorada como se ela não existisse ou não fosse ficar magoada com essa demonstração pública de afeto entre o homem que ela gosta e uma mulher que, infelizmente não é ela. Parece que o namoro dos dois não é importante. E depois a namorada que é louca ciumenta??
O que eu estou querendo dizer é que não adianta o cara ser fiel e ninguém ficar sabendo. Melhor do que ser fiel é parecer fiel. Demonstrar respeito pela namorada, não expor ela a esse tipo de situação. Preservar a parceira. Porque traição, se ninguém ficar sabendo, nem a namorada, é como se nunca tivesse existido. Mas uma perua pendurada no pescoço do namorado que eu adoro não tem desculpa, não tem perdão. O cara te falar que foi jantar, beber, sair, rezar, com a amiga é a mesma coisa que dizer que ele foi trepar com ela. Mesmo que nem tenha ido, q a vaca seja apenas uma grande amiga, quase irmã. Ou seja, em vez de ficar repetindo para a namorada que é fiel, se ponha no lugar dela e pense como ela se sente com recadinhos femininos e amiguinhas vadias que são carinhosas demais com você. Mulheres são inseguras e venenosas. Nesse caso, a mulher insegura será a sua namorada e a venenosa serão todas as outras que dirão a ela que o que você faz não está certo e que o melhor é terminar.
Veja, esse post não faz apologia a traição. Apenas diz que independente do que aconteça, devemos preservar a pessoa ao nosso lado. Se você saí, pega geral, tem amantes ou o diabo a quatro, faça bem feito para ninguém ficar sabendo. Se você é fiel, porém tem mil amiguinhas felizes demais em te ver, vai parecer que é mais canalha do que o que traí a beça e ninguém fica sabendo. Lembre-se, melhor que ser fiel, é parecer fiel.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Dia do Santo Antônio
Hoje é 13 de Junho, dia do Santo Antônio. Como todos sabem, ele é o responsável pelo departamento dos corações solitários. Então amiga, você que se sentiu uma ameba por passar o dia dos namorados em casa, vendo a dança dos famosos no Faustão comendo uma imensa e calórica barra de chocolate belga com avelã, anime-se!! Há muitas simpatias e bolos que promotem trazer um homem para a sua vida.
A principal delas é tirar o menino Jesus do colo dele e dizer (para a estátua do santo) que só devolverá quando o namorado aparecer. Outra é virar o pobrezinho do Santo de cabeça para baixo, só colocando de cabeça para cima quando o bofe assumir o namoro.
Agora se o Santo Antônio ficar com raiva desses procedimentos e te arrumar um traste, não adianta reclamar. Nada que vem na base da chantagem da certo. Acredito que quando a gente faz essa zicas com o santo, ele descola pra gente um namorado bem rabugento, só de vingança. Por isso, nada de criar inimizades com o santo.
Enfim... pobre Santo Antônio. Poderia ser o santo que cura doentes, que faz coisas impossíveis, o padroeiro de alguma cidade, mas não. Teve que se meter com as mulheres desesperadas por um marido/namorado.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Cafonices na festa de casamento
Como quase todo mundo sabe, eu adoro casamentos. Acho tudo um sonho, podre de lindo. Ontem estava na minha cama tentando desviar o meu pensamento para qualquer coisa que não fosse comida (esse negócio de dieta é uma tortura, mas ser magra é tendência) e acabei tendo um insight cafona sobre os vestidos que usamos nos casórios da vida e resolvi escrever esse post sobre o que acho brega na festas.
1) Vestido tomara - que - caia. Eu sei que todas as noivas adoram, mas já foi né?? Acho uma falta de criatividade tremenda, parece que todas as noivas usam o mesmo vestido, apenas ajustando o busto e o comprimento. E não pensem que as pessoas reparam nas pedras e bordados, porque ninguém nem consegue ver esses detalhes.
2) Buquê vermelho. Geenteee, pelo amor!! Usem flores naturais de cores claras e algumas flores coloridas, mas não aquela coisa vermelha caída na frente do vestido.
3) Marcha nupcial: Eu sei que é uma tradição, mas eu acho que casamento tem que ter a cara da pessoa. Quando a coisa é muito tradicional, perde a identidade e fica parecendo que todos os casamentos são iguais. Em vez da famigerada marcha nupcial, acho mais tendência crianças cantando ave-maria ou alguma musiquinha bonitinha que pareça com o casal.
4) Vestidos longos: Quem usa longo são as madrinhas e no máximo as irmãs dos noivos, suas lindas. As convidadas comuns não são obrigados a usar longos. É até brega. E guardem essa dica também para as festas de formatura.
5) Vestido de cetim ou tecidos brilhantes cheios de pedras, strass e etc. Esse foi meu insight. Pensando bem, esses vestidos só faltam ter escrito “Alugado” na bunda. São feios, velhos, exagerados, bregas... horríveis. Além de terem cortes esquisitos e deixarem as mulheres parecendo aquelas formigas tanajuras.
6) Vestidos justinhos: Ok, fofa, você malha e é gostosa. Parabéns!! Mas mostrar os seus dotes num vestido apertado não né. Elegância é a palavra. E infelizmente nenhum expert de moda anunciou ainda que vestido justo é chic.
7) Branco, Bege ou Marfim são exclusividade da noiva. Nada de ir vestida com alguma variação dessas cores.
8) Pior do que vestidos cafonas e ternos que obviamente são de um defunto maior, são aquelas pessoas que aparecem de calça jeans ou alguma roupa do dia a dia. Se a pessoa não teve tempo de comprar uma roupinha mais arrumadinha, é melhor então nem ir.
9) Eu acho brega gravata de noivo e sapato de noiva passeando pela festa. Acho que seria mais chique se os convidados colocassem a sua doação (ou sei lá como se chamam essas quantias) num envelope e depositassem em algum lugar da festa. Sei que é uma brincadeira, mas acho nojento pedaço de gravatas e sapatos em bandeja.
10) Pessoas que levam o arranjo das mesas e fazem uma “quentinha” para levar p casa. Gente, os arranjos fazem parte da decoração. E encher a bolsa de docinhos é ter atestado de pobre.
11) Lista de presentes anexado no convite. Fica parecendo que a pessoa te convidou pelo presente. O mais indicado é o convidado perguntar onde está a lista com sugestões de presentes.
12) Sobre a lista. Acho o final do mundo a pessoa pedir um abridor de latas da Tok Stock. Até parece q se a pessoa fosse comprar o seu próprio abridor, iria lá comprar. Iria comprar no mercado mesmo. Não é porque é um presente que a pessoa tem que exagerar e pedir versões carérrimas das U.D.
13) A festa está rolando e os convidados já estão pra lá de Bagda com a cachaça 0800 e aí me vem aquela tia solteirona mal amada cheio de óculos coloridos, plumas e coisas que piscam. Amores...isso não tem nada de criativo, é usado há pelo menos uns 10 anos. Chega dessa papagaiada.
14) Brindes: Fala sério, a pessoa vai na festa e volta p casa c uma espécie de jabazinho. Uma lembrança do casório, tudo bem. Um par de havaianas personalizadas para você usar no final da festa é o erro.
15) Odeio aquelas pessoas que enchem a cara e querem falar sobre o seu amor pelos noivos. Faça a sua declaração ao mais jovem casal discretamente e deixem o resto da festa fluir.
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